Volante não vai comemorar se fizer gol no Peixe. No entanto, carinho pelo Palmeiras faz ele querer encerrar carreira no clube. Falta renovar o contrato
Marcos Assunção aprendeu a gostar do Palmeiras
e quer encerrar carreira no clube (Foto: Ag. Estado)
- Por tudo que o Santos representa e fez por mim, não vou comemorar o gol. Vou na minha torcida e faço um gesto de positivo. Importante é o Palmeiras vencer. Mas o Santos é um clube pelo qual tenho muito respeito e carinho, se não fosse pelo Santos eu não jogaria dez anos fora do país. Sou profissional e tenho de defender com unhas e dentes as cores do Palmeiras, o pão e o leite do meu filho estão em jogo – disse o volante.
Aos 34 anos, Assunção está na fase final de sua carreira como jogador. Ele quer que o Palmeiras seja seu último clube, mas ainda depende de uma renovação de contrato, já que o atual vínculo vence em julho. O problema é que ele ainda não foi procurado pela diretoria para o novo acerto. Os dirigentes dizem que a renovação será fácil, mas o volante segue aguardando uma definição.
- Ainda não tive conversa com a nova diretoria. Vou esperar. Tenho de estar bem, jogando, mas não tem problema, na melhor hora eles vão me chamar. Se não der certo, a vida continua – ressaltou.
Mesmo que não fique, o Palmeiras é um clube que estará marcado na vida de Assunção. Perguntado para quem torceria em um eventual Santos x Palmeiras quando ele encerrasse a carreira, o volante ficou na dúvida e explicou.
- Meio a meio. O Santos é um clube no qual joguei três anos, me revelou para o futebol e deu essa oportunidade. E o Palmeiras é um clube do qual estou começando a gostar e ter carinho. A partir do momento em que você conhece as pessoas, a torcida, começamos mesmo a gostar. Meu filho já é palmeirense, até comprei uma roupa do time para ele, e olha que torço para o Santos – lembrou o camisa 20.
Entre o Peixe e o Verdão, o volante passou por Flamengo, Roma-ITA, Real Betis-ESP, Al-Ahli-EAU, Al-Shabab-EAU e Grêmio Prudente. Entre a saída da Vila Belmiro e a chegada ao Palestra Itália, são 11 anos de diferença - deixou um em 1999 e chegou ao outro na metade de 2010.
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